Novo blog

Estou escrevendo um novo Blog, o Teoblogando, voltado para o ensino de doutrinas Cristãs. Sendo assim, não mais escreverei neste blog, mas agradeço a todos pelas visitas e comentários.

Não deixem de visitar : http://teoblogando.blogspot.com

Reformulação do layout do blog

Agradeço a todos pelas visitas.

Este blog está sendo reformulado, e pelos próximos dois dias algumas as coisas estarão meio bagunçadas.

Mas os artigos estão todos aí, para serem lidos e para trazer edificação ao povo de Deus.

Orem por mim !

Como fazer um estudo bíblico

Muitos se perguntam para onde ir quando se tem a responsabilidade de ser canal ou vaso nas mãos de Deus para ministração da "Palavra da verdade". Há aqueles que não se preocupam em um preparo específico na elaboração do esboço ou rascunho quando se vai pregar ou lecionar em uma escola bíblica dominical. Porém, a recomendação bíblica e de que se prepare e o faça muito bem, principalmente se não se tem uma mente com facilidade de memorizar certas coisas.

Estudo escrito por Manoel Domingos, o "Nelinho".

Dicas para o desenvolvimento no estudo bíblico.

Prefácio

"Recomenda estas coisas. Dá testemunho solene a todos perante Deus, para que evitem contendas de palavras que para nada aproveitam, exceto para a subversão dos ouvintes. Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. Evita, igualmente, os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles usam passarão a impiedade ainda maior." (2 Timóteo 2:14-16 RA)

Se você analisar, mesmo que superficialmente os versos da segunda carta de Paulo a Timóteo que estão escritos no começo desta página, se convencerá de que o ensino da Palavra é mais sério do que muitos pensam. Paulo recomenda evitar contenda de palavras, que para nada serve a não ser subversão de quem ouve, ou seja, prejudica os que estão presentes. Outra recomendação encontrada nos versos acima é que quem ensina deve apresentar-se a Deus aprovado, sem ter do que se envergonhar. Observando o contexto, podemos notar que a "vergonha", mencionada no verso 15 é o despreparo para o ensino. O Apóstolo está querendo dizer a Timóteo que ele deve se preparar bem quando for ensinar. Observe o verso em uma outra versão: "Faça todo o possível para conseguir a completa aprovação de Deus, como um trabalhador que não se envergonha do seu trabalho, mas ensina corretamente a verdade do evangelho" (BLH). Quem se prepara obtém a aprovação de Deus. Na mesma proporção em que se prepara ao ensinar, deve-se evitar os falatórios inúteis. Isto significa falar coisas que não convém ou entrar em discussões banais que só gera polêmica, principalmente se forem questões doutrinárias. Recomendo um estudo mais profundo deste texto bíblico. A própria Palavra de Deus, por si mesma, nos faz considerar a respeito.

Serão dadas nesta apostila algumas dicas que me são úteis na elaboração de um estudo bíblico. Não tenho a pretensão de ensinar ninguém a interpretar a Santa Palavra de Deus, este papel é exclusivamente do Espírito Santo de Deus, que dá sabedoria ao que pede (Ver, Tiago 1:5). Mas, confiado na misericórdia e na graça que me é alcançada, gostaria, se o irmão me permitir, passar algumas experiências que me são úteis na elaboração de um estudo bíblico. Convém lembrar que cada indivíduo tem a sua própria característica para tudo o que faz. Ou seja, eu tenho o meu estilo, "João" tem o dele, e você tem o seu. Não significando que um destes estilos seja o correto e que os demais errados.

A própria Bíblia é assim. Ela é totalmente inspirada (Ver, 2Timóteo 3:16), mas, os quarenta escritores não eram iguais e uniformes. Quero dizer que, cada livro da Bíblia possui as marcas pessoais dos escritores. Podemos tomar como exemplo dois dos Apóstolos. O primeiro Paulo, homem instruído aos pés de Gamaliel (Ver, 22:3) foi de todos o que tinha o maior grau de instrução acadêmica (nos dias atuais Paulo falaria vários idiomas, teria muitos diplomas de doutorado nas melhores universidades do mundo). Paulo escreveu treze das cartas do Novo Testamento, e todas ficaram as marcas de um homem sábio e erudito que simplesmente deixou que o Espírito Santo usasse sua sabedoria para o bem do Evangelho. O segundo, Pedro, homem de determinação e autoridade, teve participação direta em pelo menos duas cartas do Novo Testamento; e não se tem registro de que o Apóstolo tivesse uma cultura elevada; porém, não há dúvida de que Pedro foi totalmente inspirado em suas epístolas ao escreve-las. As cartas de 1 e 2 Pedro carregam as marcas de uma pessoas simples, mas com determinação de um Homem de Deus. Portanto, meu amado irmão, não se preocupe com sua característica pessoal. Deus pode usa-lo. A sua atitude deve ser unicamente de submissão à vontade do Todo Poderoso. Deus sempre revelou sua vontade aos humildes (Ver, Lucas 10:21).

As dicas que serão passadas são formas que me auxiliam na elaboração de um estudo bíblico. Isto não significa que seja regra, ou que não possa haver um outro meio de se preparar um estudo bíblico, seja ele escrito ou explanado verbalmente em público, mas que, como Deus tem me abençoado neste aspecto, me sinto na responsabilidade de tentar ajudar a outros, que somados às qualidades destes, podem, e devem, favorecer muito no ministério do ensino.

Bom estudo,

Nelinho

1. Sempre coberto com muita oração.

"Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos e também por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra, para, com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho". (Efésios 6:18-19 RA)

Nada se faz dentro de qualquer ministério se não for debaixo de uma cobertura de oração. Agora mesmo enquanto escrevo estas palavras, o mundo espiritual e agitado com movimentos que nossos olhos humanos não conseguem ver. Satanás pretende impedir que qualquer pessoa que queira se dispor a estudar a Palavra, não alcance o objetivo almejado. A setas que o inimigo de nossa alma lança sobre a vida de quem se dispõe a estudar a Bíblia é algo mais ou menos assim:

  * "Você é incapaz".
  * "Você é pecador".
  * "Deus não vai falar através de você".
  * "O seus pecados não foram perdoados".
  * "Ninguém gosta de ouvir você falando".
  * "Você não conhece nada da Bíblia".
  * "Este não é o seu dom". 

Estas são apenas alguns dos dardos inflamados que Satanás lança sobre a vida do estudioso da Bíblia. Eu já fui vítima várias vezes destes dardos. Mas quando estou coberto por muitas orações Satanás é novamente derrotado. Por esta razão sempre que estou na responsabilidade de pregar, ensinar, aconselhar ou outra coisa qualquer, rapidamente procuro ajuda de alguns irmãos no sentido de que orem por mim. Não devo orar sozinho, quanto mais pessoas estiverem na brecha comigo, maior será a Vitória do Senhor Jesus na minha vida.

Toda capacidade de ensinar é dada por Deus. Quando se ora pedindo iluminação e inspiração ao preparar um estudo bíblico a resposta do Senhor vem de acordo com a necessidade no momento. O Espírito Santo pode, e é comum acontecer, mudar o tema ou o texto básico momentos antes do estudo ou pregação da Palavra. Eu já presenciei culto onde o pregador se vê ordenado pelo Espírito Santo a mudar a direção da mensagem durante o período de louvor do culto. Coisas deste tipo só acontecem se houver muita oração em prol do evento e principalmente do pregador. Portanto, não se atreva a querer ensinar nada relacionado com as coisas de Deus, sem que haja muita oração.

2. Não vá direto ao assunto.

"Então, o eunuco disse a Filipe: Peço-te que me expliques a quem se refere o profeta. Fala de si mesmo ou de algum outro? Então, Filipe explicou; e, começando por esta passagem da Escritura, anunciou-lhe a Jesus". (Atos 8:34-35 RA)

Nunca vá direto ao assunto, comece sempre com uma introdução, explicando o objetivo do estudo. Sempre se deve começar chamando a atenção dos ouvintes ou dos leitores. As pessoas devem ficar com uma expectativa concernente ao que se vai ler ou ouvir. Uma introdução bem feita chamará a atenção dos ouvintes, e estes poderão manter a atenção voltada até o final. Uma introdução deve ser relacionada com o tema do estudo. Ou seja, se o tema do estudo for "Escatologia", não faz sentido dar uma introdução voltada para o tema "Reis de Israel". Ou você cria uma expectativa nos ouvintes, ou eles começarão a "cochilar", "folhear a Bíblia", e outras maneira de dizer que não estão interessados no que se ouve; ou se for o caso deixar de ler o que se foi escrito.

Um fator que se deve observar são os ouvintes. O público é infantil, adapte-se a ele; é jovial, idem; é misto, como no caso de um culto na igreja, seja coerente a estes ouvintes e procure chamar a atenção deles desde o inicio (boa introdução) do estudo.

3. Explore o tema o máximo possível.

"Ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentados em vossa casa, e andando pelo caminho, e deitando-vos, e levantando-vos". (Deuteronômio 11:19 RA)

Gostaria de explicar melhor esta afirmação. Nossa imaginação vai alem do que nós mesmos pensamos. A criatividade individual é um ótimo instrumento na explanação de qualquer estudo bíblico. Vou dar algumas dicas:

3.1. Use sempre referências bíblicas para confirmar suas afirmações.

Muitos ensinam muitas coisas, mas não conseguem provar que o que ensinam é verdadeiro. Esta afirmação é baseada no fato de que os pensamentos individuais devem ser diferenciados dos pensamentos de Deus. Deus respeita nossa opinião, porém, esta, nem sempre está certa. Estou querendo dizer que suas opiniões podem ser dadas, mas que devem ser ressaltadas, e que fique bem claro que é sua opinião. Agora, quando se tem base bíblica para afirmar qualquer coisa, esta, deixa de ser opinião individual e passa a ser doutrina bíblica, ou seja, ensinamento de Deus.

Também se deve ter cuidado ao se usar referência bíblica. Cuidado para não cometer o erro de "forçar" a aplicação de um determinado texto bíblico a um argumento que, pode até estar certo, mas, a referência bíblica citada não se aplica muito bem. Por exemplo:

Estou querendo explicar que a bebida não convém ao crente. Abro minha Bíblia em Efésios 5:18 e leio: "E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito". Este texto não está proibindo o crente de beber, e sim, tomar vinho até ficar bêbado, exortando o leitor a trocar o vinho por uma vida cheia do Espírito Santo. Para se exortar biblicamente a abstinência do vinho, deve-se procurar um texto mais direto, exemplo: Provérbios 20:1; 21:17; 23:31 e outros).

3. 2. Divida o tema em tópicos.

Quando se divide um tema em tópicos, a imaginação costuma fluir com mais facilidade e rapidez, tornando mais fácil a transmissão e compreensão do estudo. Vou dar um exemplo, mas sem dúvida, este critério e bem individual. Observe:

Tema Principal.

1) Introdução.

2) Primeira divisão

a. a. Sub-divisão.

b. b. Sub-divisão.

3) Segunda divisão

4) Terceira divisão

  1. Sub-divisão
  2. Sub-divisão 

c. c. Sub-divisão

5) Conclusão.

Nota: Tome cuidado para que sua divisão tenha lógica e um seguimento coerente com o tema geral. Se for feita uma má divisão, você pode se atrapalhar e os ouvintes e/ou leitores ficarão absolutamente confusos.

4. Leia o máximo possível.

"Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, bem como os livros, especialmente os pergaminhos". (2 Timóteo 4:13 RA)

O hábito de ler foi algo que obrigatoriamente tive que adquirir. A leitura freqüente não era coisa que eu apreciava. Porém, como dizem que a "necessidade é a mãe da invenção", tive que adquirir este hábito. Hoje gosto de ler. Não posso imaginar alguém que queira se dedicar ao ensino sem que aprecie uma boa leitura. Quem lê, fala melhor, pensa melhor, escreve melhor. Existem aqueles que pensam que o crente só pode ler a Bíblia, mas, a própria Bíblia nunca ensinou essa doutrina. Na verdade, o que deve acontecer, é que, ao escolher um livro para ler, devemos ter discernimento para saber se o livro é ou não de origem confiável. Tome cuidado! Para algumas pessoas que conheço, o livro bom para se ler é aquele que é bem fininho; para outras, é aquele que tem bastante figura. Mas na verdade o que se deve analisar é se o livro tem um conteúdo bíblico.

Lembre-se, o objetivo de um estudo bíblico é dar ao leitor e/ou ouvinte o máximo de informação possível. Quando se pesquisa, pode-se descobrir informações valiosíssimas. Recomendo que o texto separado para ser o texto básico seja lido varias vezes de antemão. Também é aconselhável a leitura do contexto, aqui significando o que está em volta do texto (Preferencialmente um capítulo antes e outro depois do texto escolhido). Exemplo: Se o texto separado for Mateus 6: 33; convém ler o capítulo 5 e 7 do mesmo livro, no mínimo. (Dependendo do texto e do tema, eu sugiro uma leitura mais ampla). Uma leitura atenta do contexto nos faz observar o "cenário" ou como alguns dizem, o "pano de fundo", onde acontecem os fatos narrados ou escritos. Eu, particularmente, gosto de pesquisar sobre o cenário analisando de três formas diferentes.

Vamos tomar como exemplo o texto de Josué 1:2-3

"Moisés, meu servo é morto. Levanta-te agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que dou aos filhos de Israel. Todo o lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como prometi a Moisés". (Edição Contemporânea de Almeida, Ed. Vida).

a) Cenário Político:

Moisés, o grande líder de Israel durante 40 anos, esta morto. Josué recebe a responsabilidade de liderar o povo daí para frente. Josué recebe a incumbência de atravessar o rio Jordão e lutar em busca da terra prometida. A expressão "terra que dou ao filhos de Israel", significa tão somente que Deus estaria com eles dando a vitória nas conquistas. Observe no livro de Josué que assim aconteceram os fatos.

b) Cenário Histórico:

O ano deste acontecimento foi aproximadamente em 1451 a.C. O povo de Israel peregrinou por 40 anos no deserto, após 400 anos de cativeiro no Egito. Com os acontecimentos registrados em Josué, ficou Israel conhecida como uma nação poderosa em conquistas territoriais.

c) Cenário Religioso:

A mão do Grande Deus livrou Israel do Egito e protegeu no deserto. O Senhor poderosamente manifesta seu poder e amor por um povo que, em muitas ocasiões, fora um povo rebelde e descrente. Josué foi um líder militar, porém, sua fé e manifestada quando ele confronta o povo a escolher a quem adorar e servir, ou seja, escolher definitivamente qual seria a religião oficial da nação, os deuses dos antepassados ou o Deus todo Poderoso (Josué 24:14-25).

Uma vez que estou com informações deste tipo, posso aplicar aos dias atuais e informar os ouvintes e/ou leitores os fatos mencionados.

O cenário político é considerado como sendo os fatos políticos governamentais que tem relação com o texto bíblico especificado, em muitos casos a própria Bíblia fornece estas informações. O cenário histórico é, como o nome já diz, fatores históricos importantes que tem relação com o texto, isto pode ser: data, fatos, e curiosidades que ajudam na aplicação para os dias atuais. O cenário religioso é o mais importante de todos. Faça uma ligação com os dois cenários anteriores e some a estes, informações ligadas à religião concernente ao texto bíblico em questão.

Conclusão.

Todo professor deve ser dedicado. No Novo Testamento os que ensinavam receberam o título de mestre ou doutores (ver, Atos 13:1; 1Co 12:28; Ef 4:11). Os Apóstolos dedicavam-se ao ministério do ensino (ver, At 11:26; 15:35; 18:11, 25). Ensinar é importante na evangelização pessoal e em grupo. Não tenho dúvida de que ensinar é um dom natural (professores seculares) e também um dom espiritual, mas, muitos foram dotados com o dom do ensino e nem sabem. Quando se tem o dom do ensino deve-se haver dedicação. Observe o que nos diz a Palavra: "... se ministério dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina esmere-se no fazê-lo".(Romanos 12:7 RA).

Quem ensina deve ter várias versões da Bíblia, vários comentários da Bíblia, muitos livros e, sobretudo dedicação. Conheço irmãos que não possuem muitos recursos didáticos, mas que, quando pregam ou ensinam são uma bênção na igreja. Isto, se deve ao fato de serem dedicados e cheios de boa vontade. Olha! Pode não parecer, mas os ouvintes sabem quando um professor não está preparado e assume um papel totalmente fora do que a Palavra exorta.

Todo homem tem um álbum

Será que um dia teremos o mínimo de decência para atendermos esse apelo ! Que Deus se compadeça de nossas almas...

Jacó

Neto de Abraão e filho de Isaque, Jacó foi um dos grandes patriarcas da nação de Israel. Na verdade, a nação em si foi nomeada com outro nome de Jacó: "Israel". Porém é o seu nome original - Jacó - que nos da uma idéia de seu caráter. Seu nome significa "enganador".

INTRODUÇÃO

Neto de Abraão e filho de Isaque, Jacó foi um dos grandes patriarcas da nação de Israel. Na verdade, a nação em si foi nomeada com outro nome de Jacó: "Israel". Porém é o seu nome original - Jacó - que nos da uma idéia de seu caráter. Seu nome significa "enganador".

HISTORIA PESSOAL

A princípio, a vida de Jacó pode parecer sem graça, sendo que ele não fez muito mais que cuidar de seu gado e criar sua família. Porém se prestar atenção, você verá que sua vida foi cheia de dramas e conflitos entre ele e os membros de sua família e até entre ele e Deus. Sua história de vida é extraordinária desde o início.

COMEÇANDO UMA FAMíLIA

Os capítulos 29 e 30, do livro de Gênesis, descreve o nascimento da maioria dos filhos de Jacó. Léia deu quatro filhos à Jacó: Ruben, Simeão Levi e Judá (Gênesis 29:31-35).

Raquel não havia tido filhos, então deu sua serva Bilá à Jacó. Bilá teve dois filhos Dã e Naftali (Gênesis 30:1-8). Vendo que não estava mais concebendo, Léia deu sua serva Zilpa à Jacó como esposa. Ela concebeu mais dois filhos a quem Léia chamou de Gade e Aser (Gênesis 30:9-13).

Porém Léia ainda queria ter mais filhos. Então um dia, ela elaborou um plano quando viu que seu filho mais velho havia achado algumas mandrágoras no campo. Ela trocou as mandrágoras (acreditava-se que estimulava a concepção) pelos serviços de Jacó (Gênesis 30:14-15). Léia então concebeu os filhos de número cinco e seis, Issacar e Zebulom, que logo seguiu ao numero sete, uma filha chamada Diná (Gênesis 30:14-21).

Por fim, Raquel concebeu seu primeiro filho, José (Gênesis 30:22-24).

JACÓ COMO NAÇÃO DE ISRAEL

Deus prometeu aos três principais patriarcas - Abraão, Isaque e Jacó - que ele faria de suas descendências uma grande nação e que daria a eles a terra de Canaã para que morassem. Porém foi pelo nome dado por Deus a Jacó, "Israel" que essa nação é conhecida.

Além disso, até o nome "Jacó" tem significado vasto na bíblia. Os escritores bíblicos usaram o nome "Jacó" como sendo a nação, por volta de uma centena de vezes (Salmos 59:13). O nome "Jacó", é constantemente achado em paralelo com "Israel" (Números 23:7). Mais especificamente, "Jacó" é usado como o reino do norte de Israel (Amós 7:5). Em Isaias 41:21 o título "Rei de Jacó" se refere ao próprio Deus.

A maneira que o nome de Jacó foi usado, reflete a importância que ele ocupa na história da nação como o pai das doze tribos.

Santidade

Santidade é o principal atributo de Deus e uma qualidade a ser desenvolvida em seus seguidores. "Santidade" e o adjetivo "santo" aparecem muitas vezes na Bíblia. No Velho Testamento, a primeira palavra para santidade significa cortar ou separar. Fundamentalmente, santidade é um corte ou separação de algo impuro e consagração ao que é puro.




Santidade é o principal atributo de Deus e uma qualidade a ser desenvolvida em seus seguidores. "Santidade" e o adjetivo "santo" aparecem muitas vezes na Bíblia. No Velho Testamento, a primeira palavra para santidade significa cortar ou separar. Fundamentalmente, santidade é um corte ou separação de algo impuro e consagração ao que é puro.

SANTIDADE NO VELHO TESTAMENTO

No Velho Testamento, santidade, quando aplicada a Deus, se refere ao seu domínio sobre a Criação e à perfeição moral de Seu caráter. Deus é santo na medida em que Ele é completamente distinto da sua criação e exerce soberana majestade e poder sobre ela. Sua santidade é um tema de vulto nos Salmos (Salmo 47:8) e nos Profetas (Ezequiel 39:7), onde "santidade" emerge como sinônimo para o Deus de Israel. As Escrituras dão a Deus os títulos "Santo" (Isaías 57:15), "o que é Santo" (Jó 6:10; Isaías 43:15) e "Santo de Israel" (Salmo 89:18; Isaías 60:14).

No Velho Testamento, santidade de Deus significa que o Senhor é separado de tudo que é mal e corrompido (Jó 34:10). Seu caráter santo é o padrão de absoluta perfeição moral (Isaías 5:16). A santidade de Deus - sua majestade transcendente e pureza de caráter - é habilmente apresentada no Salmo 99. Os versos 1-3 retratam a distância de Deus das coisas terrenas, e 4-5 enfatizam sua separação do pecado e do mal.

Também no Velho Testamento Deus ordenou santidade nas vidas das pessoas. Através de Moisés, Deus disse a Israel, "Santos sereis, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo." (Levítico 19:2). A santidade descrita no Velho Testamento tem dois sentidos:
1. Exterior ou cerimonial
2. Interior ou moral e espiritual

A santidade cerimonial do Velho Testamento descrita no Pentateuco (os cinco primeiros livros do Velho Testamento) incluía rituais de dedicação ao serviço de Deus. Assim sacerdotes e levitas eram santificados por um ritual complexo (Êxodo 29:1), como foram os hebreus nazireus (Números 6:1-21). Profetas como Eliseu (II Reis 4:9) e Jeremias (Jeremias 1:5) também foram santificados para um ministério profético especial em Israel.

Mas o Velho Testamento também dirige atenção para os aspectos íntimos, morais e espirituais da santidade. Homens e mulheres, criados à imagem de Deus, são chamados a cultivar a santidade do caráter de Deus nas suas próprias vidas (Levítico 19:2). No Novo Testamento a santidade cerimonial proeminente no Pentateuco passa para um segundo plano. Muito do Judaísmo no tempo de Jesus procurava a santidade cerimonial pelas obras (Marcos 7:1-5), logo o Novo Testamento enfatiza a dimensão ética da santidade em vez da dimensão externa. (Marcos 7:6-12). Com a vinda do Espírito Santo, a igreja prmitiva percebeu que a santidade da vida era uma realidade interna profunda que deveria governar as atitudes e pensamentos de um indivíduo em relação a pessoas e objetos do mundo exterior.

SANTIDADE NO NOVO TESTAMENTO

A palavra grega usada no Novo Testamento equivalente à hebraica para santidade significa um estado interior de liberdade de falha moral e relativa harmonia com a perfeição moral de Deus. A expressão "semelhança de Deus" contém o sentido da palavra original grega para santidade. Há uma outra palavra grega que descreve o conceito de santidade dominante no Velho Testamento como separação exterior do mundo e dedicação ao serviço de Deus.

Porque os escritores do Novo Testamento assumiram o retrato de deidade do Velho Testamento, santidade é atribuída a Deus em poucos de seus textos. Jesus afirmou a natureza ética de Deus quando ensinou seus discípulos a orar que o nome do Pai deve ser honrado pelo que Ele é, "Santificado seja o o teu nome" (Mateus 6:9). No livro do Apocalipse a perfeição moral do Pai é descrita com a atribuição tríplice de santidade emprestada de Isaías: "Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus Todo-poderoso, aquele que era, que é e que há de vir." (Apocalipse 4:8). Lucas, entretanto, contemplou a santidade de Deus nos termos do conceito dominante no Velho Testamento de Sua transcendência e majestade (Lucas 1:49).

Igreja Perseguida

Não existem palavras que possam expressar minha dor ao assitir este vídeo. Me pergunto se minha vida nesta terra tem servido ao Reino.

Sobre Joel.

O profeta Joel foi chamado por Deus para avisar Judá sobre o Seu julgamento vindouro, por causa de seus pecados e para clamar às pessoas para se arrependerem.



PROPÓSITO DO LIVRO - Para avisar Judá sobre o julgamento vindouro de Deus por causa de seus pecados e para clamar às pessoas para se voltarem a Deus.

AUTOR - Joel, filho de Petuel.

AUDIÊNCIA - O povo de Judá, o reino do sul, e o povo de Deus em todo lugar.

ESCRITO EM - Provavelmente durante o tempo em que Joel profetizava, desde aproximadamente 835–796 a.C.

CENÁRIO
- O povo de Judá havia se tornado próspero e complacente. Não dando valor a Deus, eles se voltaram para si mesmos, para a idolatria, e pecado. Joel avisou-os que este tipo de estilo de vida traria inevitavelmente o julgamento de Deus.

VERSOS CHAVE - “convertei-vos ao Senhor vosso Deus; porque ele é misericordioso e compassivo, tardio em irar-se e grande em benignidade, e se arrepende do mal” (2:13).

PESSOAS CHAVE - Joel e o público de Joel neste livro, a quem ele avisava sobre a aproximação do Dia do Senhor, era o povo de Judá, o reino do sul. É possível que Joel tenha morado em Jerusalém, a capital.

O PROFETA JOEL

O início do livro de Joel traz a única informação que se tem sobre a pessoa do profeta: “Joel, filho de Petuel” (1.1). Além disso, não existe qualquer registro que permita saber quando ou onde Joel viveu, onde nasceu, qual a sua idade e atividade.
Essa falta de informação tem dado lugar a diversas conjeturas quanto à época em que o profeta exerceu o seu ministério e, conseqüentemente, a respeito das pessoas às quais dirigiu a sua mensagem ou as nações às quais fez referência.

Apenas alguns indícios, revelados pela análise literária do texto, permitem supor que pregou em época posterior ao exílio na Babilônia, talvez em torno do ano 400 a.C. Pode-se pensar que a tragédia do ano 586 a.C., com a destruição de Jerusalém e o cativeiro babilônico dos seus habitantes (2Rs 25.1-26), está presente na mente de Joel quando ele anuncia o castigo divino contra as nações que “espalharam” Israel, “repartiram” a terra de Judá, enviaram os habitantes de Jerusalém ao desterro e até os venderam como escravos aos gregos (3.2-6). Em suporte a essa hipótese, pode-se observar também que, segundo Joel, a autoridade em Jerusalém encontra-se nas mãos dos anciãos e dos sacerdotes. Já não é exercida pelo rei, nem está entregue aos funcionários da monarquia, instituição que este livro não menciona.

Ao contrário dos profetas anteriores ao exílio, Joel participa, na sua mensagem, do pesar dos sacerdotes, porque desapareceram do templo “a oferta de manjares e a libação” (1.9), isto é, porque se interrompeu a atividade do culto com tudo o que ela envolvia (1.9,13-14,16; 2.14-15). Neste livro, parecem ecoar as palavras de alguns dos profetas pré-exílicos: Cf. 1.15 com Is 13.6; 2.32 com Ob 17; 3.16 com Am 1.2; 3.18 com Am 9.13.

O LIVRO E A SUA MENSAGEM

A mensagem deste profeta está inteiramente voltada em uma só direção: “Porque o Dia do Senhor vem... dia de escuridade e densas trevas... grande e terrível” (2.1-2,31). Mas sobre o pano de fundo do juízo de Deus, Joel descreve a dramaticidade do momento presente: uma terrível praga de gafanhotos atingiu o país como um exército bem treinado, e não sobrou sequer um fiapo de vegetação depois que eles passaram em sucessivos ataques devorando a tudo (1.4,6-7). Mas ainda não terminou, pois ao ataque dos gafanhotos segue uma seca muito grande, que deixa pessoas e animais sem água nem alimento. A situação torna-se, enfim, extremamente crítica, a ponto de até o culto no templo ser afetado, uma vez que a escassez de cereais e de vinho exigiu a restrição das ofertas e libações (1.9,13,16).

Nessas circunstâncias, Joel solicita aos sacerdotes que convoquem o povo de Judá para que se reúna no Templo, em assembléia (1.14; 2.15-16), a fim de jejuar e prantear diante do Senhor e, acima de tudo, para demonstrar arrependimento sincero (2.13).
Apesar da urgência dos acontecimentos narrados, o profeta não perde de vista o tema último e principal do seu anúncio: os castigos presentes são o prelúdio do momento em que Deus, Senhor e Juiz universal, julgará a todos os povos e nações da terra (1.15; 2.1-2; 3.14). Esse instante derradeiro e terrível será o dia frente ao qual “todos os rostos empalidecem” (2.6). Apesar disso, também será um dia de graça e de salvação, porque “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (2.32).

Assim, a quantos prestarem atenção a essa mensagem, são-lhes anunciadas as maravilhas do Senhor, as suas grandes obras em favor deles e a sua vontade misericordiosa e perdoadora (2.21,18-27; 3.18-21). De uma forma muito especial, deve-se recordar aqui a promessa divina transmitida por Joel: “Derramarei o meu Espírito” (2.28-32). E o Israel de Deus, o Israel de todos os tempos, receberá a plenitude do dom do Espírito, como aconteceria séculos mais tarde em Jerusalém, no dia de Pentecostes (At 2.16-21).

ESBOçO:

1. Devastação pelo gafanhoto; o “Dia do Senhor” (1.1—2.2a)
2. Novo anúncio do “Dia do Senhor” (2.2b-11)
3. A misericórdia do Senhor (2.12-27)
4. Derramamento do Espírito de Deus (2.28-32)
5. Juízo do Senhor sobre as nações (3.1-15)
6. Libertação de Judá (3.16-21)

Jesus é o Rei

Jesus é a única pessoa que tem como, que conhece os meios de transformar a sua vida, de fazer você enxergar uma luz no fim do túnel. Entregue sua vida pra Ele e saiba o que é vida de verdade. Eu não estou falando de dinheiro ou de bens; estou falando de coisas como uma noite de sono sem terror, estou falando de consciência tranqüila, estou falando de nunca mais sentir solidão ou medo do amanhã. Só em Jesus há vida ! ! !

Conhecê-Lo é muito simples, você deve simplesmente chamar por Ele, com todo o coração e sinceridade, de mente arrependida e contrita, e lá do Seu alto trono de glória Ele virá e te tomará pelas mãos e te guiará por caminhos que conduzem à vida eterna !

O Tabernáculo

O Tabernáculo seria algo que homem algum jamais teria imaginado. Foi construído para que as verdades fundamentais no Novo Testamento fossem compreendidas. Cada detalhe e objeto falava da obra redentora de Jesus Cristo. Glória a Deus !

TABERNÁCULO significa: morada, habitação ou casa.

Conforme Hebreus 8:5, fala-nos de figuras e das sombras das coisas celestiais.

Foi dito por Deus a Moisés (Ex. 25:8) que construísse um santuário, sendo-lhe revelado inclusive seu modelo no monte Sinai (Ex. 24:18). Era um Templo portátil e montavam-no todas as vezes que os hebreus faziam acampamento.

Tudo foi feito como o Senhor Deus ordenara a Moisés (Ex. 39 e 40). Seus construtores, Bezaleel e Aoleabe o fizeram em detalhes, minuciosamente - Ex. 31:1-6.

O Tabernáculo seria algo que homem algum jamais teria imaginado. Foi construído para que as verdades fundamentais no Novo Testamento fossem compreendidas. Cada detalhe e objeto falava da obra redentora de Jesus Cristo. Glória a Deus !

Nota:
Para efeito de melhor entendimento deste estudo, vamos considerar que o CÔVADO (medida usada na época) seja igual a 50cm.

Na verdade, um côvado seria a medida que iria do cotovelo à ponta dos dedos de um homem, sendo admitido que valha algo em torno de 43cm ou 45cm ou ainda 50cm.


ÁTRIO ou PÁTIO

A tenda e seus objetos apontam para Cristo.

Olhando de longe, vê-se um cercado em forma de retângulo demarcado por uma cortina (50 x 25m) de linho branco (pureza e santidade), com 2,5m de altura, sustentado por 60 firmes colunas, apoiadas em base de cobre (Ex. 27:9 e 12).

Por cima da cerca ainda se pode ver o teto da tenda, que está do lado de dentro deste cercado. Não havia exteriormente beleza alguma.

"Não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse, era desprezado, e dele não fizemos caso" (Isaías 53:2-3)".

Dentro desse cercado de linho branco, chamado de Átrio ou Pátio (media 50m de cumprimento por 25m de largura), podia-se ver em sua primeira metade o Altar de Holocausto; mais à frente a Pia de Bronze cheia de água. Na segunda metade desse Pátio ficava uma espécie de casa que seria exatamente a tenda.


A PORTA

Todas as vezes que era armado, sua única porta (10m x 2,5m) ficava para o nascente. As 12 tribos faziam acampamento ao redor do Tabernáculo, formando grupos de 03 tribos à frente, 03 do lado direito, 03 do lado esquerdo e 03 na retaguarda. O Tabernáculo ficava sempre no meio do acampamento, indicando que Deus deseja estar no centro do nossas vidas. "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. - João 14:6.

"Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas; e vós saireis e saltareis como bezerros da estrebaria." - Malaq. 4:2.

Uma cortina muito bonita, também chamado de "reposteiro" nas cores púrpura, carmesim, estofo azul e fundo branco, davam as boas vindas para os judeus ao adentrarem no átrio. Estas cores falam da santidade, realeza, servidão e divindade de Jesus Cristo.

Jesus Cristo é a única porta para se chegar a Deus.

Disse Jesus em João 10:9: "Eu sou a porta; se alguém entrar a casa; o filho fica entrará e sairá, e achará pastagens."

Outras referências: Ex. 27:9-19, 38:9-20, Hb 10:19-22, Ef. 2:11-13, Sl. 65-4, 96:8, Lv. 9:1-6, 6:9.


A TENDA

Era o Tabernáculo propriamente dito. Composto de dez cortinas e dez cobertas, sustentadas por uma armação de tábuas de setim (acácia) recobertas de ouro. Eram todas iguais no comprimento e largura.

Montada, a tenda formava um retângulo 15m de comprimento, 5m de largura e 5m de altura.

Em sua entrada encontrava-se um novo reposteiro (cortina) com as mesmas cores do reposteiro da entrada do átrio: púrpura, carmesim, azul e branco. Este, igualmente à porta do átrio, media 10m de comprimento. Esta porta dava acesso ao primeiro compartimento da tenda que se chamava "santo".

Você está na porta da tenda, já passou pelo altar do holocausto, pela pia de bronze com a água, agora está diante de toda a riqueza do tabernáculo.

Observe à sua esquerda e veja o candelabro (candeeiro) todo de ouro e à sua direita a mesa com os pães da propiciação. À frente, próxima à cortina (véu) que dividia o Santo do Santíssimo (Santo dos Santos), podia-se localizar o Altar de Incenso.

Após a Cortina (véu), ficava o Santo dos Santos. O único imobiliário do Santíssimo era a Arca da Aliança e seu Propiciatório (tampa), que estava justamente no santíssimo, cujas medidas formava um cubo perfeito (5x5x5m). A Nova Jerusalém tem a mesma característica.


Compare com Ap. 21:16 - "A cidade era quadrangular; e o seu comprimento era igual à sua largura. E mediu a cidade com a cana e tinha ela doze mil estádios; e o seu cumprimento, largura e altura eram iguais."

Observe a seqüência dos mobiliários procurando visualizar tudo de uma só vez, desde o Altar até a Arca. Não lhe lembra algo muito familiar? Não formaria uma cruz esses objetos? "os quais servem àquilo que é figura e sombra das coisas celestiais" - Hebreus 8:5.


MATERIAL.

Todo material usado no Tabernáculo constituem tipos que merecem destaque.

Madeira

Madeira de lei, chamada de setim ou acássia foi a usada para a construção. A Madeira simboliza a humanidade de Jesus. Todas as tábuas do tabernáculo e seus móveis eram feitos com essa madeira, exceto a pia (cobre) e o castiçal que era de ouro maciço. A árvore que dava esta madeira crescia no deserto e faz-nos pensar na humanidade do Senhor Jesus como diz o profeta Isaías: "raiz duma terra seca" (Is 53:2).

Linho

O Linho Branco fala-nos da pureza e santidade de Jesus, homem perfeito.

Cobre

Era usado para revestir as colunas do pátio, suas bases e o altar para holocausto. A pia (ou lavatório) e os cravos (pregos) eram de cobre maciço. Este metal nos fala do juízo e julgamento do pecado.

Prata

Este metal foi usado para confeccionar os ganchos de sustentação das cortinas e nos capitéis que as ornamentavam e as bases das tábuas. Simboliza o resgate, redenção pelo sangue de Jesus

Ouro

Metal mais precioso empregado no Tabernáculo. Foi usado para recobrir a mesa dos pães, o altar do incenso, a Arca, e as cinco colunas que sustentavam o cortinado da entrada. De ouro maciço era o Candelabro, o Propiciatório (tampa da arca) e os dois querubins. Simboliza a glória de Deus, sua realeza e divindade de Cristo.


AS CORES

Nos dois reposteiros (cortinas) do átrio e da tenda, aparecem as mesmas cores: púrpura, carmesim, branco e azul. Todas essas cores apontam para Jesus e são descritas nos quatro evangelhos.

Púrpura

Cor da realeza. O evangelho de Mateus cita Jesus como o "Filho de Davi", enfatizando que Jesus é o nosso Rei. Todo soberano deve provar sua descendência real, e isto é feito em sua genealogia.
Carmesim

Cor de sangue e aponta para Jesus como "servo sofredor". Marcos destaca esta condição em seu evangelho. Aqui não há genealogia, o destaque é para o "servo".

Branco

Lembra a pureza e a santidade de Cristo, salientado por Lucas. Este é o evangelho do Filho do Homem. Jesus é mostrado como o "homem perfeito", e seu caráter justo. Apresenta a genealogia do homem ilustre e nobre.

Azul

Aponta para o Céu, de onde veio e para onde retornou o Senhor Jesus Cristo. Tipifica sua "divindade" e está presente no livro de João. A genealogia não é apresentada, pois Deus não tem ascendência. Ele existe para sempre.


O MOBILIÁRIO

Ao todo eram seis peças muito valiosas e belas. Tudo foi feito em detalhes, conforme Deus havia determinado. No átrio existiam duas peças: o altar de holocausto e a pia (lavatório). Lá dentro da tenda, no "santo", podia se ver o candelabro, a mesa dos pães e o altar de incenso. No "santíssimo" existia um único móvel: a Arca da Aliança com seu propiciatório (tampa).

Os móveis do Átrio

O Altar do Holocausto (Êx. 38:1-7)

Símbolo da cruz de Cristo. Era a primeira e maior peça do tabernáculo, medindo 2,5m de comprimento, 2,5m de largura (era quadrado) e 1,5m de altura e ficava logo à entrada da porta. Foi feito com madeira de setim e recoberto com cobre. Lembra-nos da cruz de Cristo de e juízo de Deus. Nesse altar eram sacrificados os animais que tipificava o sacrifício de Cristo.

Observe que o altar do holocausto é a peça que está logo à porta do átrio. Estava ali como sendo a oportunidade primeira para quem quisesse adentrar às profundezas de Deus, teria que primeiro aceitar o sacrifício.

Os animais oferecidos em sacrifício eram tipo de Jesus Cristo que naquelas ocasiões apenas encobriam os pecados. Jesus porém remove todos os pecados através de seu sangue.

Lavatório (Pia) (Êx. 30:18-21)

Após o altar do holocausto e antes da tenda estava a pia de cobre maciço. Servia para que os sacerdotes se lavassem após os trabalhos de sacrifício no altar e antes de entrar no santuário. Da mesma forma torna-se necessário que sempre estejamos nos lavando nessa "pia" para podermos entrar na presença do Senhor.

A pia também é um tipo de Cristo, pois é Ele, através de seu sangue, que nos purifica de todo o pecado. Jesus também é a água viva que sacia nossa sede (Jo. 13:8).

A água que estava contida na pia também representa a Palavra de Deus, que é capaz de santificar-nos e purificar os nossos caminhos (Sl.119:9 e Jo 17:19).

Os Móveis do Lugar Santo

Logo após abrir-se as cortinas da tenda, o sacerdote encontrava à sua esquerda o Candelabro, à sua direita a mesa dos pães da propiciação, e lá à frente, bem junto ao véu que dividia o santo do santíssimo, o altar do incenso.

Candelabro (Êx. 37:17:23)

Também chamado de candeeiro ou castiçal. Totalmente confeccionada em ouro pesando 30 Kg, que com suas sete lâmpadas iluminava todo aquele lugar. Tipifica Cristo como a "luz do mudo" e também nos lembra Cristo como a "videira verdadeira". O ouro aponta para sua glória e divindade.

A luz que emanava do castiçal iluminava a mesa dos pães da propiciação e o altar de incenso, que também tipificam Cristo.

Nesta função de iluminar (fonte de luz), o castiçal tipifica o Espírito Santo, pois glorifica o Cristo tipificado na mesa dos pães e no altar de incenso.

A Mesa dos Pães (Êx. 37:10-16)

Confeccionada em madeira de acácia (setim) e revestida de ouro. Estes materiais nos lembram para a dupla natureza de Cristo: humana e divina.

Estavam postos continuamente 12 pães da propiciação (ou da presença). Tipifica Jesus, "o Pão Vivo que desceu do Céu". Media 90cm de comprimento, 45cm de largura e 68 cm de altura.

Os doze pães representam as tribos de Israel. Todos os sábados eram consagrados os pães e repostos. Indicava que a consagração do salvo ao servir o Senhor não pode parar. Os pães que eram retirados podiam ser comidos pelos sacerdotes.

Altar do Incenso (Êx. 30:1-8)

Altar do Incenso ou Altar de Ouro, também construído em madeira de setim e revestido de ouro.

Sua função era, como o moem já sugere, queimar incenso ao Senhor, que representa nossas orações e louvor. É um tipo de Cristo quando mostra que nossa adoração só terá valor perante Deus, se for através de Cristo.

As brasas que ardiam (tipo do Espírito Santo) neste altar eram trazidas daquele primeiro altar, lá da entrada do átrio (Altar do holocausto). Não se podia atear fogo diretamente no altar do incenso.

O Móvel do Santíssimo (Êx. 25:10-22)

No Santíssimo só havia um móvel: a Arca da Aliança, medindo 1,25m de comprimento, 75cm de largura e altura. Entende-se como apenas uma peça, pois o propiciatório (tampa) era parte integrante da arca.

A arca era caixa construída com madeira de acássia e revestida de ouro. Sua tampa, o propiciatório, era totalmente de ouro e estava encimado por dois querubins que tinham suas frontes voltadas para baixo (como que estivesse olhando para o fundo da caixa). Suas asas estavam abertas e tocavam-se, como que se estivessem dando as maõs.

Dentro da arca estava contida as Tábuas da Lei recebidas por Moisés no Monte Sinai, um vaso contendo o maná fornecido aos israelitas no deserto e o cajado de Arão que havia florescido. Isso representava para aquele povo a presença de Deus, que guiava-os, protegia-os e dava-lhes vitória.

Tipificava Cristo como o "pão da vida" e nosso Sumo Sacerdote perfeito, que guardou a Lei em seu coração.

Somente o sumo sacerdote podia entrar no Santíssimo uma vez ao ano. Levava o sangue do sacrifício para aspergir o Propiciatório. Esta era a parte final daquele ritual sacerdotal que servia para restaurar a comunhão do homem com Deus.

Jesus, o nosso Sumo Sacerdote perfeito, ofereceu-se em completo sacrifício expiatório por nós. Entrou no santuário celestial levando seu próprio sangue.


A COBERTURA DA TENDA (Êx 26)

Era constituída em quatro coberturas distintas como segue: A primeira coberta, que podia ser vista somente de dentro da tenda, era constituída de QUATRO CORES COM DESENHOS DE QUERUBINS. Muito bela e combinava com as paredes revestidas de ouro. O interior da tenda era lindo! Assim também deve ser nosso interior, tenda do Espírito Santo.

Por cima desta estava a segunda cortina, que era feita de PELOS DE CABRA, também chamada de "a tenda sobre o tabernáculo" (Êx 26:14).

A terceira cortina de baixo para cima era a de PELES DE CARNEIROS TINTAS DE VERMELHO.

Por fim vinha a quarta cobertura, a de PELES DE TEXUGO (animal marinho). Medindo 2,5 Metros de altura, a cerca (de linho branco) impedia a quem estivesse de fora do átrio pudesse ver o que havia do lado de dentro do pátio. Era algo rústico e sem beleza ou atrativo algum.

"Não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse, era desprezado, e dele não fizemos caso" (Isaías 53:2-3)".

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Precisa-se de pastores

Precisa-se de pastores, de pastores chamados por Deus e não pelo lucro nem pelo ego.

Precisa-se de pastores, de pastores chamados por Deus e não pelo lucro nem pelo ego.

Precisa-se de pastores, de pastores que saibam administrar bem suas casas, imparcialmente, biblicamente e que não façam vistas grossas para as falhas dos seus.

Precisa-se de pastores, de pastores comprometidos com o bem estar moral e espiritual de seu rebanho e não apenas interessados em quantidade de membros.

Precisa-se de pastores, de pastores espirituais e sinceros e não profissionais e gananciosos.

Precisa-se de pastores, de pastores honestos, que dêem bom testemunho de Cristo, e não corparativistas difamadores de ovelhas.

Precisa-se de pastores, de pastores que leiam a Bíblia sem as lentes denominacionais que ofuscam a clareza da vontade de Deus.

Precisa-se de pastores, de pastores verdadeiros e sinceros, que não tenham medo de repreender os irmãos, que não tenham medo de perder um bom dizimista.

Precisa-se de pastores, de pastores que tenham caráter, o caráter de Cristo.

Precisa-se de pastores, de pastores corajosos, o suficiente para pastorear uma pequena igreja de periferia, que não tem condições de pagar um bom salário.

Precisa-se de pastores, de pastores amorosos, que ensinem como pescar e não que dêem o peixe já preparado.

Precisa-se de pastores...


Atingido por um emprego.

Essa história começa no mês de junho de 2005, eu havia acabado de sair do meu antigo emprego, trabalhei por nove anos e meio em um tabelionato, resolvi sair por conta própria, não orei, nem perguntei nada pra Deus, só me lembro de ter consultado minha esposa pra saber a opinião dela.

Essa história começa no mês de junho de 2005, eu havia acabado de sair do meu antigo emprego, trabalhei por nove anos e meio em um tabelionato, resolvi sair por conta própria, não orei, nem perguntei nada pra Deus, só me lembro de ter consultado minha esposa pra saber a opinião dela.

Tudo certo então, eu havia conseguido minha carta de alforria, e tinha enfiado na cabeça a idéia de ter minha empresa, meu negócio, pois bem, foi nisso que eu trabalhei por algum tempo, sondei, pesquisei, perguntei, pensei, calculei, planejei, estudei, tudo certo, tudo de acordo com todas as tendencias mercadologicas, apenas um detalhe me havia escapado, não, escapado não, na verdade ignorado, eu fiz tudo o que eu quis fazer sem perguntar pra Deus se eu deveria fazer, eu não consultei Deus, não perguntei por Sua opinião, não pedi permissão.

Pois bem, um ano inteiro se passou depois que eu decidi mesmo em qual ramo atuar, arranjei um sócio, um especialista no assunto, estava firmada a sociedade, tudo certo, estoque, lugar, clientes, orçamento, capital inicial, capital de giro, tudo certo, loja inaugurada, tudo parecia super bem, até que um dia as coisas começaram a desandar, as vendas estagnaram, depois começaram a declinar, meu sócio já não me tratava da mesma forma, meu dinheiro havia acabado... sociedade dissolvida, prejuizo certo.

Numa das noites que seguiram, em uma dessas conversas que apenas os maridos e esposas têm, num desses momentos em que Deus se manifesta simples e puro como só Ele sabe ser, numa dessas noites onde o desespero e a frustração já se faziam presentes, foi numa dessas noites que Deus falou comigo através da minha esposa... pra resumir a história, Ele me disse: daqui você não passa, chega de fazer tudo conforme a sua vontade, agora as coisas serão conforme a Minha vontade. Nessa noite eu chorei, de alegria, por ter conseguido uma resposta, sim, uma resposta, por que não há nada pior do que ficar sem uma resposta.

Pela manhâ orei como há muito eu não orava, pedi perdão por meus pecados, me reconciliei com Deus, procurei ouvi-lo mais e melhor, e o mais difícil pra mim, decidi ficar na Sua dependencia... foi quando os milagres começaram a acontecer.

Nas semanas seguintes comecei a procurar emprego e quase um mês se passou até que eu já duvidava que conseguiria, foi quando Deus falou denovo: Você não está confiando totalmente em mim, eu te darei um emprego, mas o que eu quero te dar.

No dia 13 de setembro de 2007 eu estava on-line, no messenger, conversando com alguém, foi quando um antigo colega de serviço me chamou: “Tá querendo trabalhar? Vem aqui hoje as 17:30.” Eu fui, conversei com o chefão, ele me elogiou e disse que já me conhecia, e que sabia o meu caráter, na verdade ele me chamou apenas pra acertarmos o salário... o emprego veio até a mim, foi dessa forma que fui contratado, para trabalhar no registro de imóveis, um outro cartório, comecei no dia 14 de setembro, com um salário que eu julgava ser impossivel, e com as vantagens do serviço público.

De fato descobri que é mais fácil quando Deus está no comando... não tenho que me preocupar com tantas coisas, só tenho que prestar atenção no que Deus quer falar comigo, e depois obedecê-Lo.



Timóteo

Em 1999 eu servia no Ministério de Louvor da PIB de Itapecerica da Serra e o meu líder era o “Nélinho”. Uma das coisas que ele exigia de nós era o estudo da palavra, e regularmente tínhamos que apresentar resumos e pesquisas diversas.

Em 1999 eu servia no Ministério de Louvor da PIB de Itapecerica da Serra e o meu líder era o “Nélinho”. Uma das coisas que ele exigia de nós era o estudo da palavra, e regularmente tínhamos que apresentar resumos e pesquisas diversas.

O estudo abaixo foi um dos primeiros que eu fiz, então, resolvi transcrevê-lo na íntegra. Espero que os amigos leitores considerem esse aspecto ao comentarem o conteúdo.

Desejo que este pequeno text sirva de edificação para os irmãos.


Vida e ministério de Timóteo


Seu perfil


Ao observarmos as referencias e os fatos decorridos durante seu ministério podemos observar que Timóteo tinha um ceto dom para servir. Ele aparece em Atos 16:3 como companheiro de Paulo.

Timóteo também era um homem coerente, nós podemos ver nesta mesma referencia que ele foi circuncidado por Paulo para não causar nenhum choque desnecessário, isso porque sua mãe era judia mas seu pai grego, e Timóteo não sendo circuncidado vivia como gentio mesmo sendo grego.

Era dedicado naquilo que fazia e com certeza ele vivia o conselho de Filipenses 4:8. Paulo cita Timóteo como sendo seu verdadeiro filho na fé em 1ª Timóteo 1:2. Neste texto o grego genesios (que também é genuíno) é traduzido como “verdadeiro”. Acredita-se que Timóteo tenha presenciado o apedrejamento de Paulo em Listra (Atos 14:19-20) tornado-se crente e filho espiritual de Paulo nesta ocasião.

Era óbvio que tinha como única ambição a Cristo (Mateus 6:33) e sem dúvida era de uma conduta irrepreensível, conforme 2ª Timóteo 2:15. E também era imitador de Paulo (Filipenses 3:17; 1ª Coríntios 4:17).


Sobre sua vida


Era natural de Listra (ou Derbe) (Atos 16:1), sua mãe era judia e seu pai grego, sua mãe chamava-se Eunice e sua vó Lóide, foi também educado em lar crente (2ª Timóteo 1:5). Foi um convertido de Paulo (1ª Timóteo 1:2) e foi treinado desde cedo na palavra (2ª Timóteo 3:15). Segundo 1ª Timóteo 5:23 Timóteo tinha um problema no estômago e até recomenda o uso de vinho como remédio. OBS: Sabe-se que o vinho tinha vários usos e várias finalidades. Este vinho citado por Paulo era de uso medicinal, por isto este texto não contradiz de forma alguma qualquer outro texto que recomenda o não uso do vinho.


Sobre seu ministério


Em 49 d.C. tornou-se companheiro de Paulo em sua segunda viagem missionária (Atos 16:3), ocasião em que também fora circuncidado.

Foi escolhido por Deus (1ª Timóteo 1:18), ordenado por presbíteros e também por Paulo (1ª Timóteo 4:14; 2ª Timóteo 1:6). Acompanhou Paulo a Trôade, Filipos, Tessalônica e Beréia (Atos 16:8,11-12; Atos 17:1,13). Estando ele em Beréia, Paulo o chamou a Atenas (Atos 17:14-15), enviado de volta a Tessalônica (1ª Tessalonicenses 3:2).

Ajudou Paulo escrever as epístolas ao Tessalonicenses (1ª Tessalonicenses 1:1; 2ª Tessalonicenses 1:1), enviado a Corinto (1ª Coríntios 4:17), ajudou escrever a segunda epístola aos Coríntios quando estava com Paulo na Macedônia (Atos 19:22; 2º Coríntios 1:1), acompanhou Paulo na sua terceira viagem missionária (Atos 20:4), estando em Éfeso é chamado com urgência a Roma (2ª Timóteo 4:9) e em Hebreus 13:23 Timóteo parece ter ficado preso, mas agora estaria sendo solto.

Timóteo e Lucas foram os companheiros mais constantes de Paulo. Depois da morte de Paulo a igreja de Éfeso ficou a cargo de Timóteo e sofreu o seu martírio no tempo de Nerva ou Domiciano, desta forma Timóteo também foi cooperador do apóstolo João.


Conclusão


Fica claro que o maior exemplo que podemos extrair da vida de Timóteo era a sua imensa disposição em servir, e não só a Deus, mas também aos homens.

Alguns estudiosos afirmam que o espinho na carne de Paulo era uma séria doença na sua vista, por isso ele precisava da ajuda de Timóteo para escrever suas epístolas.

Imaginem se Timóteo tivesse recusado escrever as epístolas, nós jamais teríamos acesso a esta parte das escrituras. Vejam bem, eu não estou limitando o poder de Deus à vontade de um homem, estou apenas frisando a disposição de Timóteo em servir aos irmãos.

Com certeza este é o maior exemplo que podemos extrair, não só para nossas vidas, mas também para a igreja como corpo: É melhor servir do que ser servido.

Um provérbio

Filho meu, atenta para as minhas palavras; às minhas razões inclina o
teu ouvido. Não as deixes apartar-se dos teus olhos; guarda-as no
íntimo do teu coração. Porque são vida para os que as acham, e saúde
para todo o seu corpo. Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu
coração, porque dele procedem as fontes da vida. Desvia de ti a
falsidade da boca, e afasta de ti a perversidade dos lábios. Os teus
olhos olhem para a frente, e as tuas pálpebras olhem direto diante de
ti. Pondera a vereda de teus pés, e todos os teus caminhos sejam bem
ordenados! Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o
teu pé do mal. "
Provérbios 4:20-27

Um tesouro em forma de palavras.

1° CAMEB.

O site Escoladominical.net está oferencendo um curso para professores da EBD, vale a pena conferir. O curso será ministrado a partir de Setembro e será totalmente on-line. O valor do investimento é de R$30,00.

Segue o link:

Coração magoado = lingua ferrenha.

O coração magoado cega o entendimento, e favorece a ação da natureza humana no papel de transformar a língua em um instrumento de maldição.

O coração magoado cega o entendimento, e favorece a ação da natureza humana no papel de transformar a língua em um instrumento de maldição.

Tiago 1:14-15;19-22;3:5-11 "14 Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. 15 Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte. 19 Portanto, meus amados irmãos, todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. 20 Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus. 21 Por isso, rejeitando toda a imundícia e superfluidade de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas almas. 22 E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. 5 Assim também a língua é um pequeno membro, e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia. 6 A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno. 7 Porque toda a natureza, tanto de bestas feras como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana; 8 Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal. 9 Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. 10 De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim. 11 Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa? "

Daí a necessidade de estarmos diariamente diante do trono de Deus, fazendo confissão de nossos pecados. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” 1ªJoão 1:9.

E sempre buscando cumprir a palavra de Jesus que diz que devemos perdoar nosso irmão 70 vezes 7 por dia. “Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete. " Mateus 18:21-22.

Não devemos deixar que situações mal resolvidas se transformem em uma bola de neve, devemos cortar o mal pela raíz. Essa é nossa responsabilidade!

A Arte do Perdão

Era uma tarde quente, em um dia normal, eu estava de férias escolares, não me lembro bem do mês, nem do ano, eu devia ter meus 15 anos, eu estava fazendo nada, então resolvi ir ao “point” dos adolescentes da PIBIS, na época era a livraria JEFTÉ, quem não se lembra? Só quem não conheceu...

Era uma tarde quente, em um dia normal, eu estava de férias escolares, não me lembro bem do mês, nem do ano, eu devia ter meus 15 anos, eu estava fazendo nada, então resolvi ir ao “point” dos adolescentes da PIBIS, na época era a livraria JEFTÉ, quem não se lembra? Só quem não conheceu.

Eu me lembro que lá havia um computador, fatalmente acomodado sobre um balcão de vidro, e num gesto que apenas um ser humano descoordenado poderia executar, (daqueles humanos que não conseguem acertar uma colher de comida na boca com os olhos fechados) eu derrubei o tal equipamento de cima do balcão, e este veio a despedaçar-se.

Quando eu penso no fato, lembro-me do mal-estar, daquele frio na barriga e na sensação de inutilidade que tomou conta da meu íntimo. Não era como ter quebrado um copo ou um prato, eu havia destruído um computador, e o pior, era o computador do meu líder.

Enfim, algum tempo depois eu já estava recuperado do coma, e já havia sido feita a devida manutenção na vítima, eu pude então procurar o Nelinho para fazermos o acerto, e visto que eu não tinha nenhuma fonte de renda, o desespero resolveu me acompanhar no tal encontro.

Antes de prosseguir nesta empolgante epopéia, gostaria de chamar a atenção dos leitores para um texto que está em Mateus 6:12: "Pai, perdoa-nos, assim como nós perdoamos”., o texto não está integral, mas a idéia é esta, equivale a dizer que como nós perdoamos os outros Deus deveria nos perdoar, o que me leva a pensar se realmente eu perdôo os outros e se realmente Deus me perdoa.

No ato de perdoar existe um misterioso mecanismo que libera automaticamente o perdão de Deus em nossas vidas e a cura para nossa alma, por que o mal que nos foi causado não nos pertence, portanto, não deve ficar alojado em nossa mente, daí a importância de ao perdoarmos também esquecermos. Irmãos, não vale dizer que "perdoa, mas não esquece", se não esquecemos ainda estamos retendo a ofensa e ela ainda nos prejudica, e um dia ela pode se tornar uma raiz de amargura, nos prejudicando ainda mais.

Nós sabemos que o crente vive um contínuo processo de santificação, esse processo é vitalício e começa com nossa decisão de servir ao Senhor, e servi-Lo quer dizer obedecê-Lo e obedecê-Lo quer dizer, entre outras coisas, perdoar quem nos ofende, e a ofensa não é apenas verbal, ela pode se manifestar através de atitudes, como por exemplo, derrubar um computador de cima do balcão.

Quero agradecer a Deus, que naquele dia me ensinou sobre o perdão, sobre dar uma chance pras pessoas, por que elas ainda são pessoas e ainda podem cometer erros e me fez enxergar que assim como alguém pode errar comigo eu posso errar com alguém, e ao usar o poder do perdão, estamos contribuindo para nossa saúde espiritual, física e emocional, sem falar que um gesto de perdão dura pro resto da vida.

Eu ainda me lembro do Nelinho dizendo pra eu não esquentar a cabeça com o custo do concerto, que isso poderia ter acontecido com qualquer um e que eu não precisava pagar por nada.

Que Deus continue nos abençoando, e que a cada dia Ele use os pequenos gestos pra nos ensinar sobre os grandes.

Amém.

O processo da queda.

Descrevo o processo pelo qual quase enterrei-me em meus próprios caminhos, uma vez que eu me encontrava em trevas e cego pela minha própria carne, escravo do meu ego e totalmente desarmado espiritualmente.
Descrevo o processo pelo qual quase enterrei-me em meus próprios caminhos, uma vez que eu me encontrava em trevas e cego pela minha própria carne, escravo do meu ego e totalmente desarmado espiritualmente.

Todo o plano arquitetado pelo diabo tem como objetivo final a destruição da humanidade, e principalmente a queda dos filhos de Deus, é por isso que nós, povo de Deus, devemos andar em plena comunhão com o Pai e em constante busca através da oração e da leitura da Palavra.

Fase 1 - A carne milita contra o espírito, e isso é consequencia direta da queda do homem no Éden, por isso, neste momento o crente tem que ter em mente que o diabo está tramando para derrubá-lo, e por isso o crente não pode baixar a guarda e deixar de buscar o Senhor. [1CO 10:12] 12 Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia.

Fase 2 - O mundo exerce uma tremenda pressão sobre o povo de Deus. Os demonios estão a todo instante tentando nos destruir, fato é que se nós não dermos brechas o inimigo jamais nos tocará, e é importante lembrar de que os demonios não sabem o que estamos pensando, mas eles estudam nosso comportamento e baseados no conhecimento que eles têm da raça
humana aliado ao conhecimento das possíveis brechas em nossas vidas é que os demonios armam para nos derrubar. É preciso ter uma vida de oração e de vigilância para que nós não caiamos. [TG 4:7] Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.

Fase 3 - As armadilhas do diabo. Atualmente, na minha opinião, uma das principais armadilhas que o diabo tem usado para derrubar o crente que vive nos grandes centros urbanos é a rotina, eu mesmo já fui vítima dela e em especial nesta semana eu pude observar mais detalhadamente o seu funcionamento. Ocorre que pela manhâ de segunda-feira eu acordei mais cedo para fazer o devocional, fiz isso na terça-feira também na quarta-feira (hoje) eu já não consegui, devido ao cansaço mental acumulado de vários fatores mais os dois fatores acima descritos mais as
agruras da vida. Tudo isso faz com que a gente caia num turbilhão de situações repetitivas, que fatalmente se transformarão em rotinas, que mais fatalmente ainda nos afatarão de Deus.

Fase 4 - Estabelecida a rotina o crente já não terá ânimo para ler a Palavra e orar como se deve, deixará então de fazer a parte mais importante da vida espiritual: BUSCAR a presença de Deus. Nessa hora os demonios já terão traçado um plano feito sob medida para derrubar o crente moribundo. Está evidente a situação ilustrada pelo texto de Tiago: [TG 1:14-15]"14 Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. 15 Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte. "

Fase 5 - Cegueira espiritual. Neste momento o crente já está totalmente desarmado, tomado por sua carnalidade, ele começa então a olhar para os homens, fica magoado, tem seu orgulho ferido, ou então se escandaliza com alguma coisa, daí pra sair da igreja é um pulo, essa hora é quando
os demonios trabalham sem parar dia e noite pra consumar o plano mortal.

Fase 6 - Pecado consumado, qualquer que seja ele, leva o crente a fugir da presença de Deus e dos irmão em Cristo. Ele mal vai ao culto de domingo a noite, se sente acusado por Deus e pelos irmãos, acha que está sendo perseguido pela diretoria da igreja, é uma fase crítica, se o
crente ainda está na igreja, tem 90% de chance de sair de vez.

Fase 7 - Totalmente desviado dos caminhos do senhor, o crente volta a seu estado anterior de pecados, e acredita piamente que Deus não liga pra ele e que os irmão só fazem acusá-lo de pecador. Existe pouca chance pra ele voltar.

Este texto tem por objetivo tentar ilustrar o que realmente acontece com o crente que não leva uma vida a sério com Deus. E também serve como um alerta para o povo de Deus, no lugar de pisar no soldado ferido, nós deveríamos voltar ao campo de batalha para, pelo menos, tentar resgatar os sobreviventes.

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